Olhos inexpressivos com expressões óbvias. Dor! Saudade!
Os mesmos olhos que eu via há muito tempo. Mas que já não me olhavam daquele jeito.
Fiquei confusa com o pedido estampado neles. E não sei o que demonstrei no momento em resposta.
Os olhos tristes começaram a manifestar o sentimento. Os olhos que haviam me surpreendido chorava
por algo que eu sabia o que era. Mas me recusava a entender.
Então os meus olhos começou a compartilhar aquela mesma sensação que arrasava meu coração. Culpei mentalmente o maldito tempo que havia sido nosso inimigo em comum.
Por um momento, os corpos distantes demais para um consolo não restava muito além de esvair lágrimas reprimidas daquela perda calada. E quando nos foi permitido, caminhei até ela, frágil por muitos problemas...
e nos abraçamos como nunca havíamos feito. Então coladas durante um choro ensandecido. Só pude dizer:
- Eu sinto tanto a sua falta, a-a-a-miga!

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