Acontece que, algumas pessoas nos usam. Nos usam pra tentar conseguir algo ou alguém, pra alcançar os seus objetivos, não medindo esforços pra isso e nem poupando as almas usadas do desgosto futuro. Imagine-se servindo de degrau para alguém, você o ajuda a subir subir e quando ele chega lá no topo, simplesmente incendeia toda a longa escadaria construída com todo um processo de aceitação. Não estou dizendo que ninguém usou ninguém. Mas também não acho que tenha sido uma "luta" tão justa assim. Apenas estou cogitando as duas hipóteses, e sendo qual for resultam numa mesma coisa: perdas.
Ultimamente, tudo anda se finalizando. Amizades, conquistas, confianças, caráter, inclusive a moral de alguns. Só o que não finda são os enganos, as maldades, decepções, angustias, e principalmente as confusões. Uma vez já me disseram que eu vivia sempre num abismo emocional, talvez seja isso, ou talvez seja só uma péssima fase que está passando por todos da nossa "rodinha social". Outra coisa, que anda chateando muito, é um recente comportamento um tanto bizarro de alguém. Claro que sabemos que as pessoas mudam, mais não é racional mudar tão repentinamente de uma forma tão notável e nojenta.
E onde está todo aquele otimismo? E onde está todo aquele amor? Aonde foi parar toda aquela importância que dizia ser dada? Aonde foi parar todos os sorrisos pertencentes a nós? A pergunta é, aonde você foi parar? Num dia eu me despedi de um, daquele que eu tanto estimava e dedicava uma boa parte do tempo do meu dia, aquele que tanto nos fazia bem, que tanto nos alegrava só por está conosco, e no outro dia chega esse ser todo arrogante e grosseiro. Nos acuse de ciúmes se quiser, só por você está fazendo "novas amizades", e afirma que não mudou, e crer que se mudou , não foi de uma forma negativa. Ah me poupe! Todos já perceberam. Todos já estão vendo a exemplar relação que os dois mantém. E sim, criticam. Embora eu preze tanto a amizades de ambos, e me importe com suas vidas o suficiente pra me sentir incomodada com isso, eu não posso deixar de dizer o que penso à respeito. Não creio que isso tudo seja carência. E sim possessão. E os tolos frágeis necessitados de atenção confundem isso com carinho.
Quando éramos um só grupo pensei que houvesse um elo forte e indestrutível que nem a maré furiosa de uma arrasadora tempestade pudesse atingir. Mas acho que, um conta-gotas conseguiu dar conta do recado, e provando que não era tão inatingível assim. E quem eu posso culpar por isso? Ela que te levou da gente? Você que não soube se auto conduzir , ou a nós que não fizemos o suficiente pra merecermos a sua amizade?
Não negue. Não insista. Não cale. Não conteste. Houve mudança. Grite e assuma. Não minta.
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