domingo, 30 de maio de 2010

Cansando!






Entre a raiva da indiferença e o amor pelo passado maravilhoso, as coisas seguem de forma aleatória, mas nada agradáveis. A droga da insegurança ainda persegue as mentes envolvidas em casulos não maduros. Se ainda insisto é porque talvez alguma coisa ainda sussurra dentro de mim que não acaba assim as coisas. Mas talvez seja só a voz fraquinha e cansada do meu coração que diz isso , porque ainda ama. Pode ser, porém o que estava ao meu alcançe já foi feito. E não me pergunte: “Será que foi o suficiente?” AAAH! Porque sim, foi. Pois, pode acreditar, Ramilly Vieira não é muito de dar o 1° passo. Parando de ver as coisas só do meu ponto de vista, eu compreendo os motivos de tanta restrição e dúvidas. Mas será que dava pra me manter informada sobre qualquer coisa que viesse a pensar ao meu respeito em relação a esse assunto? Não tivemos um filho, mais tivemos uma história. Talvez eu tenha um tanto de direito né? Devo acrescentar também que há mais coisas que sua rala e vã filosofia viesse explicar. Sei o quanto eu pude ter sido infantil todos esses anos. Mas a minha maneira de mostrar que cresci é essa. Assumindo agora, pelo menos SÓ agora, que ainda gosto. Que ainda amo. Sendo recíproco ou não, tanto faz. Quem nunca sofreu por amores não correspondidos? Serei apenas mais uma vítima apaixonada da lei básica de sobrevivência com experiências amorosas. E por mais que o meu super ego venha a se ferir com determinadas circunstâncias e atitudes mesquinhas, eu que não sou tola, estou estupidamente não querendo me arrepender de fazer e de ter feito tudo o que eu já fiz. Não esperarei mais sentada por você. E não pense que é porque agora eu vou tomar uma iniciativa. NÃO. Não é isso. Não esperarei mais sentando por você , porque umas das coisas que eu mais detesto fazer é ter que esperar. E ainda mais quando éuma coisa que poderia já ter sido resolvida a tanto tempo. Fique com toda a sua covardia ou o seu desprezo e não amor por mim sei lá, e tente fazer alguém feliz sem um dia ter feito ela esperar tanto por alguma atitude descente do homem que você diz ser.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Nostalgia.


Aonde você gostaria de está nesse momento? Ao lado de quem? Fazendo que?

A verdade é que nunca estamos satisfeitos completamente com a nossa vida ou com o que temos. Sempre falta mais. Sempre falta alguma coisa. Sempre falta alguém. É triste olhar pela a janela e ver o quanto tivemos que abandonar algumas coisas pelo o caminho. Ver que umas não conseguiram chegar com gente até o fim. E ver que outras simplesmente nunca nem tentaram nos acompanhar. Lembrando agora da quantidade de “adeus” que dei, eu vejo o quanto é difícil um dia pensar numa pessoa que não faz mais parte da sua vida. O quanto o “até mais” pode se transformar numa despedida mais decisiva do que um "vá embora" . Engraçado como as coisas mudam, e o seu grupos de amigos mudam junto. Uma turma com quem você saía à uns 2 anos atrás, hoje não se encontram mais. E se acontecer de se vêem na rua tem apenas um cumprimento de conhecidos que forçam um papo, que apesar dos esforços de ambas as partes, não é nada muito produtivo. O tempo mestre de todos os deuses comanda até o mais forte dos seres. O tempo passa pra todos. E porque que temos que passar junto com ele de uma forma que mude tanto ? Não é que se troque os velhos amigos, pelos os novos. Mas... é que você começa a preferir ficar com as nova amizades em um determinado lugar. Talvez porque se sinta mais a vontade e porque atualmente é com eles que você se relaciona mais. Seja sincero, com quantos dos seus velhos amigos você ainda mantém aquele mesmo contato, repetindo: "aquele mesmo contato" ? Imperceptívelmente isso acontece. Querendo ou não, acontece. A sua infância, do que sente mais falta? Das bonecas, das brincadeiras, do recreio do colégio, de levar lanche pra escola? Do quanto ninguém se importava com o que você fazia? Tenho saudade da minha infância, pelo o fato de não ter quer decidir nada de muito importante, a não ser o sabor do refrigerante que eu iria tomar. Olhar aquelas fotos e ver o brilho do seu olhar quando criança e o seu sorriso inocente, correr logo pro espelho e notar a diferença. E o que domina, é a malícia e o mistério. Tente se lembrar a última vez que você foi feliz de verdade. E quantas vezes aquela sensação de felicidade se repetiu? Tente se lembrar das pessoas que te fizeram sorrir de amor, sorrir alegre. Tente lembrar do que passou, mais continua aí tão presente dentro de você. As verdadeiras coisas da nossa vida, devemos dizer adeus a estas? E como impedi-las de ir embora? Talvez não há nenhuma fórmula pra isso, nenhuma resolução. Será que realmente o pra sempre, sempre acaba? Pra mim... tá parecendo que sim. Não há como impedir as coisas de irem embora, apenas aproveitar ao máximo o tempo em que estão aqui. Como... visitas. Como... passageiras.






quinta-feira, 20 de maio de 2010

terça-feira, 4 de maio de 2010

Alforria.


Sim, eu entendo. Compreendo todos os motivos de cansaço e de... fadiga! Compreendo bem melhor do que você pode imaginar, porque eu também estou cansada de tudo isso. E concordo sim, que tá mais do que passando da hora disso tudo acabar. Você pensa que eu gosto de está passando por isso? Eu não estou não. Sim, pode ser drama. Mas é a minha forma de reagir diante dos fatos. Não me peçam pra mudar. Eu não consigo, e nem mudaria se pudesse. Porque essa é sou eu. E se me querem, podem me aceitar como eu sou? Mas eu não permanecerei assim. Eu mudo. Inconscientemente, mudo. Não adianta mais eu ficar aqui fazendo posts e dizendo o quanto eu me sinto mal, ou quanto essa história me atingiu. Porque não entenderiam. E mais uma vez só considerariam drama. Bom, drama ou não, quando os escrevo eu me sinto melhor. E quando faço algumas comparações, em que eu agora confesso que as vezes são exageradas, é porque eu acho que podem expressar melhor. Me faz melhor. Não peço que fiquem ao meu lado. Apenas não me abandonem, nessa fase em que eu mais preciso. Tá, podem dizer que eu já fazendo disso uma encenação dramática e tal. TUDO BEM! Eu não me importo. É o meu drama. É a minha dor. Eu administro ou a sofro como puder. E essa é a minha forma. Eu mais uma vez apenas ressalto que eu sinceramente lamento muito. Muito mesmo. Nunca desejei tanto poder voltar no tempo. Voltar pra pensar no que dizer. Voltar pra tentar não me machucar tanto. Voltar pra não envolver ninguém. Voltar pra que nada disso existisse. Eu me arrependo de tanto. NÃO QUERO SER A VÍTIMA. E não quero que me vejam como a tal. Eu já contei as minhas verdades. E algumas opiniões continuam restritas dentro de mim, opiniões desnecessárias,é claro, e que não poderiam ajudar em nada, até porque são só opiniões, nada de concreto. Eu queria apagar tanta coisa que eu vi, ouvi, vivi... E se pudesse apagar na vida de alguém eu também apagaria. Sabe, eu não quero mais ser importante pra ninguém. Porque eu sei que de uma forma ou de outra, e sem ao menos eu perceber um dia vou magoar ou cansar alguém. De uma forma que um alguém importante me magoou e suas atitudes me cansaram. São esses os motivos que me levam não saber se declarar. E não gritar o amor ou o quanto preciso de alguém. Porque um dia essa pessoa pode virar as cinzas do seu passado, e você percebe que tanta dedicação e o tal extinto amor, foi em vão. Coisa extremamente momentânea. O meu perdão é uma coisa tão... simples. Eu não guardo mágoas. Pelo menos nunca guardei. Mas disso, me perdoem, eu não consigo esquecer. Pra mim já tava sim, tudo até que melhor. Mas só basta um replay de pequenos instantes que eu entro em nostalgia, do quanto a minha vida era... perfeita! O quanto eu era feliz, e não sabia. O quanto eu tinha as coisas ao meu alcance. O quanto eu tinha as pessoas que amava, confiando em mim. E só tem três pessoas a quem eu queria pedir perdão: J, H, H. Vocês não merecem. Não merecem estarem envolvidas nisso, tecnicamente. Sabe não sou muito daqueles que falam coisas por momento ou que explodem de acordo com a situação. Eu apenas tento incubar primeiro, depois se não conseguir esconder eu jogo tudo, de uma vez. O que as vezes provoca um choque. Eu estou sim, bem melhor. Não lamento mais as perdas, e nem a ausência de algumas pessoas de quem eu tanto quis por perto. É sempre assim, a vida une e afasta as pessoas. Quem não te deixa, merece seguir com você. Quem te abandona... bom, deve saber porque faz isso. O importante é que eu estou me recuperando. E nessa minha fase de reabilitação, eu consigo pensar melhor nas dores alheias, e me colocar nos seus lugares. Eu sinto muito, se causei tanto estrago assim. Já que o caso não é como eu sou, que tenha vindo a “decepcionar” eu apenas, posso pedir desculpas, por ser tão presente assim na vida de vocês, que consegui arrastar vocês pra dentro dos meus problemas. Obrigada por serem tão pacientes. Desculpem pela a pressão. E... voem.