terça-feira, 27 de abril de 2010

Culpa ou descuido?

Eu já nem sei o quanto eu anseio pela a paz. Como eu pude ter perdido tantas pessoas pra fantasmas inexistentes dessa forma. Eu já não sei o que é importante pra mim, ou o que é fútil. Mas pelo jeito, ambos estão com os dias contados na minha vida. Eu já não quero mais correr atrás dos meus erros, eu quero é correr deles. Problemas que me inundam tanto, quando será que terá fim? Porque tudo tem que acontecer de uma só vez? É uma explosão de fortes emoções dentro de mim. Emoções boas mais que não conseguem roubar a atenção das fortes emoções ruins que nadam aqui dentro do meu ser. Não sei mais da onde tirar forças ou motivações, porque realmente nada me fortalece, e muito menos me motiva. Eu ando sem saber pra onde ir, sem saber aonde vou parar, ou que é que vou enfrentar dessa vez. Não quero e nem aceito perder as pessoas que amo, mais isso realmente pode ser inevitável? Quem estava ontem ao seu lado tanto te fez feliz, hoje pode te fazer chorar amargamente por está ausente. Não distante, não longe, não... brigado. Mas ausente. E é essa pode ser considerado a pior perda depois da morte. Pessoas que um dia já te acompanharam tanto, e hoje não dá mais nenhum passo por você e nem com você. A ausência de pessoas é tão cruel quanto o silêncio delas. Porque ela pode está ali perto, mais não está inteiramente com você.
Tá, não precisa entender nada do que estou falando aqui. Mas é só mesmo pra me lembrar do quando eu posso ter sido idiota sem ao menos perceber que fui. Mas que só vejo agora, porque lamento no que essas atitudes tolas me fizeram perder. As consequências são bem maiores de que qualquer ato. Não importa se bom ou ruim, elas são maiores.
E insolentemente mal acompanhada da solidão do meu corpo humano frio e cansado, eu vago faminta de justiça pela a nevasca que é a minha vida hoje. E quando é que irão me apresentar o fogo?

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