segunda-feira, 4 de julho de 2011

With me. ♪


     Não sei o que você pensa agora. Se tudo o que foi dito na última conversa ainda é válido.  Mas eu preciso dizer que reconheço que nunca devo me comportar de maneira tão impulsiva como eu sempre faço. É que as vezes, eu me pergunto que se o pior já passou, se eu já contei e já tive uma resposta desejada, porque ainda é tão complicado?  Eu só queria que alguma coisa fosse fácil entre a gente.
O que acaba questionando a possibilidade de isso dar certo.
Eu não preciso de tempo pra pensar se quero ou não quero. Eu não tenho e não tenha dúvidas disso. Mas é que é estranho! Te ver sempre como uma figura intocável e tão tão tão inalcançável me deixa sempre entristecida.
    Tão inalcançável como a minha naturalidade nesse relacionamento. Eu poderia até propor uma amizade primeiramente. Um companheirismo. Mas até isso eu temo que não exista mais. Existia. Existia antes do "Estou apaixonada por você". Se conseguíssemos enxergar segurança nas promessas feitas, a situação poderia melhorar. Férias! Isso tornará o distante ainda mais distante. E distância para alguns é um inimigo
implacável, mas quando se tem medo de encarar alguém por não saber o que fazer, às vezes a distância pode ser uma melhor amiga. E eu tenho medo. Me desculpe por isso.
Mas é que a sua presença forte me esmaga aos poucos.
Só tenho que aprender a me conter. Me controlar e eu ficarei em paz.
Eu continuo precisando de você. Preciso também sentir que não estou só pra me sentir confiante.
E se ainda quer realmente que eu tome alguma decisão, acho que não preciso responder eu voz alta. Ela é bem simples e lógica: como eu poderia recusar você?
Uma vez Chuck Bass disse:
"Se duas pessoas são destinadas a ficarem juntas,
eventualmente acharão o caminho de volta."
Eu acredito nisso. E sem pressa ou cobranças, deixarei o destino se encarregar da parte do "ficarem juntas".
Eu sou paciente, você sabe.