quinta-feira, 21 de abril de 2011

Indiretamente falando.

Eu sei que você vai ler isso, e essa é a minha intenção. Só quero que você use sempre a sinceridade. E não se obrigue a ser gentil. Eu posso aguentar mais do que você pensa. Seja uma pessoa honesta. Seja real. Espero realmente não ter comprometido a nossa relação.


Free.

( Como estava me cabeça antes de acontecer... antes de tomar uma postura decisiva)


"Estou a um passo de ser livre. A sensação é aterrorizante! E os minutos finais têm aquele zumbido de agonia.
Estou assustada. Apavorada! Mas a ideia de jogar tudo isso pra fora me conforta de maneira gentil. Mesmo
eu tendo noção que nem todas as respostas poderão me agradar. Mas estou tranquila, quanto a isso. Pelo menos eu entendo o fato que para se conseguir, primeiro temos que tentar. 
E ao meu modo, vou fazer isso. Tentar. Essa é mais louca ideia que eu já tive. "

16:21

Fake.


Estou chateada. Não vou falar muito, porque enfim não é uma coisa que eu me importe tanto assim.
Mas eu confesso que fiquei um tanto ofendida. Não entendo o motivo de
todo aquele circo. De todas as vezes em que se dirigia dramaticamente
a mim. Que prometia o universo em troca de uma chance de me reconquistar.
Nunca houve amor da minha parte. Houve sim um interesse,
uma preocupação e tal, mas sua estupidez se encarregou
de estragar tudo. E depois nem isso restou mais.
Arrependido, você volta.
Mas que diabos você tem na sua cabeça? Nunca entendi a forma
desengonçada de alguns homens, usar o "estou apaixonado"
só para conseguir ficar com uma mulher. Isso não funciona.
Muito pelo contrário, isso desfaz qualquer imagem que possa demonstrar
segurança ou até mesmo auto controle.
Me explica uma coisa: Como você pode estar apaixonado por alguém
antes mesmo de conhecê-lo inteiramente?
Eu te respondo: Simplesmente, não pode. Não há como!
E depois que viu que não deu certo, que não conseguiu me comover
com as suas mentiras amorosas, você apenas esqueceu.
Me esqueceu! Como assim?  É engraçado! Cômico! Hilário! Mas foda-se. Você é extremamente infantil. E pensando em tudo o que você um dia já me disse, e comparando com o que você fez hoje, vou te chamar de patético até que você consiga  provar o contrário.

sábado, 16 de abril de 2011


Eu lembro de como foi fácil eu me sentir assim.
De como de repente tudo isso aconteceu de uma forma
estranha e assustadora.
Você tem direito de saber. Mas eu não tenho coragem de contar.
E eu sei que se fizer isso, vai dar tudo errado.  Vou estragar tudo.
E eu não quero isso. Não preciso disso.
Não sei de onde exatamente surgiu, não sei em que momento
você simplesmente virou o pensamento mais importante do dia.
Só sei que desde então, eu espero sempre por notícias suas.
Não sou alguém intensamente apaixonada, mas eu não sei como
posso definir as minhas reações ao te ver chegar. Ou o quanto é difícil ter que
disfarçar tanto, a ponto de você nunca ter compreendido um único olhar
que tanto já se declarou.
Não vou te contar, porque espero te proteger da minha insanidade.
Não quero te afastar de mim, por causa da minha obsessão.
Vou continuar por aqui pra te ouvir falar dos seus amores e rancores.
Vou estar aqui sempre. Inteiramente sua.
Porque eu preciso de você, mais do que você sabe. E  assim é melhor.